Você implantaria um chip na mão para pagar contas, acender luzes ou abrir portas?

Se você já se surpreendeu quando descobriu, tempos atrás, que era possível pagar contas, sacar dinheiro e até mesmo votar usando somente sua digital, imagine agora em que se tornou real a possibilidade de fazer pagamentos e abrir portas usando apenas a sua mão!

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A tecnologia responsável por essa facilidade é um chip batizado de RFID – Radio-Frequency IDentification ou, em português, Identificação por Rádio Frequência –, que já virou tendência na Suécia. Segundo relatório da AFP, cerca de 3 mil pessoas já implantaram o circuito eletrônico no dorso da mão. “Cada vez mais pessoas na Suécia implantam o chip RFID na mão e o usam para abrir portas e até fazer pagamentos”, relatou Ben Libberton, doutor em microbiologia no sul da Suécia, à BBC Mundo.

Como funciona?

Um sistema de RFID é composto, basicamente, de uma antena, que faz a leitura do sinal e transfere a informação para um dispositivo leitor, e de uma etiqueta de rádio frequência, que deverá conter o circuito e a informação a ser transmitida.

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Quais as vantagens?

O microchip começou a aparecer na mídia em 2015, quando a Epicentes, uma empresa de tecnologia em Estocolmo, anunciou que implantaria a tecnologia em seus funcionários, para que eles pudessem entrar no prédio, imprimir documentos e, inclusive, pegar um café utilizando apenas uma mão.

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Além dessas funcionalidades, o chip também pode ser utilizado para fazer transações bancárias, rastrear cargas perdidas, pagar pedágios e estacionais, comprar passagens de trens, fazer controle de estoque em lojas e substituir o código de barras em supermercado, permitindo que você só precise passar pelo receptor com o carrinho cheio para sair com as suas compras. Mágico, não?

Mas será que é mesmo seguro?

Apesar de todas as facilidades, Libberton, o doutor em microbiologia, aponta que nem todos os estudiosos têm uma visão otimista sobre implantar o chip no corpo, pois existe a preocupação em torno da vulnerabilidade da privacidade e da segurança de seus usuários. “À medida que esses chips são adotados em mais serviços digitais, revelarão mais dados. É um ponto frágil no que diz respeito à segurança”, afirma.

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Em relação ao futuro, o pesquisador propõe uma reflexão: “os riscos serão ainda maiores quando começarem a incorporar dados biológicos nos chips. Se uma empresa sabe mais que você sobre sua própria saúde, quais serão as implicações éticas?”.

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Via: https://br.financas.yahoo.com

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